quinta-feira, 6 de setembro de 2007


Dissimulada humanidade, essa que nos fala de afeto e nos apunhala sem dó. Fazendo de tudo consumo, fazendo de tudo nada, tratando a todos como mercadorias descartáveis. Muda a história, vira a página, o próximo...

Pra sobrevir melhor escolher não viver...evitar o risco...evitar sentir. E assim chegamos inteiros. Inteiros? Cacos humanos sem afetividade. Humanidade fragilizada.

Tenho visto jovens caretas demais , machistas demais, para aqueles que deveriam estar lutando contra toda essa cultura mesquinha. Isso me leva a ter menos esperança. Talvez sejam os jovens errados...

Queria estar como Drummond além das fronteiras e ver além...crer além. Amanhã talvez...hoje continuo achando tudo pequeno demais para parecer humano.

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